Sábado, 12 de Junho de 2010

Aventura na Linha do Sabor III

Depois de uma boa soneca e de um pequeno-almoço numa padaria local, o primeiro sítio ao qual nos dirigimos foi a adega cooperativa. Para quê? Nem se devia formular tal pergunta. Obviamente, para comprar Montes Ermos, vinho que é difícil encontrar na nossa região. Antes mesmo da loja abrir, já nós fazíamos fila à porta...

 

Após efectuarmos a compra, lá nos dirigimos à estação de Freixo de Espada a Cinta para iniciarmos o nosso trajecto. Na fase inicial, o traçado era semelhante ao do dia anterior, a partir de determinada altura, passamos a caminhar num trilho liso e arranjado, que será futuramente a continuação da Ecopista já existente.

 

 

Macieirinha - Km 39,2 / 66,2

 

Carviçais - Km 33,5 / 71,9

Esta estação, que mantém ainda todos os elementos originais e que se encontra em estado de conservação muito razoável, decidimos efectuar a pausa para o lanche.

 

Daqui em diante, ficamos um pouco confusos, pois encontramos estações que não estavam no roteiro e outras que aí se encontravam não foram vislumbradas. No entanto, era agora bastante fácil seguir o trajecto e as árvores aqui existentes davam-nos abrigo quase constante para o sol e calor que se faziam sentir.

 

Por estas bandas ainda se faz a recolha de resina por um método bastante tradicional.

 

 

Fonte do Prado - Km 32,8 / 72,6

 

 

Mós - Km 30,9 / 74,5

 

 

Felgar - Km 25,5 / 79,9

 

 

Carvalhal - Km 22,6 / 82,8

Aqui chegados, decidimos almoçar. Daqui até Quinta Nova (que, a propósito, também não estava na listagem das estações e apeadeiros) era um pulinho. Actualmente é onde começa oficialmente a eco-pista. Aqui, o Mário voltou a alinhar connosco, já que o trilho era muito plano. O que mais nos chamou a atenção, foram as paisagens lindíssimas a perder de vista. Mais uma vez, voltamos a passar por estações/apeadeiros que não pertenciam ao “roteiro” original.

 

 

Larinho – Km 16,5 / 88,9

Esta estação, tendo sido recuperada como café, também se encontra em óptimo estado. O percurso foi-se fazendo, de forma tranquila e sem mais acontecimentos dignos de registo.

 

 

Torre de Moncorvo – Km 12,3 / 93,1

Eram cerca de 17:00 quando chegamos à estação de Moncorvo. Esta estação é actualmente utilizada pela Câmara Municipal como armazém (ou mesmo depósito de sucata!).

 

Aqui chegados e analisadas as horas e condições físicas, concluímos que já não havia hipóteses de ir até ao Pocinho. Assim, fomos até um café local, para não deixar morrer a tradição. Mandamos vir um prato de tremoços e umas bjecas, enquanto revíamos mentalmente toda a aventura.

 

Pocinho – Km 0,0 / 12,3

publicado por vagabundos às 08:23
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